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Saber, saber ser, saber estar e saber ensinar. São estas quatro qualidades que os mestres da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva têm que mostrar para atingirem o grau máximo da carreira oficinal. O DN falou com três dos actuais sete que têm assento no conselho de mestres, todos com mais de quarenta anos de profissão, que são unânimes em concordar que na instituição se fizeram homens e profissionais. Leia a notícia completa em DN Ciência.

 

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Futuro Coordenador das 18 oficinas que actualmente integram a Fundação, José Pena tem a responsabilidade acrescida de assegurar a continuidade das artes decorativas tradicionais, dando assim seguimento à missão traçada pelo fundador: a protecção e salvaguarda do património artístico imaterial do saber-fazer das artes e ofícios tradicionais.

 

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Ensino "Quando entrei na Fundação, tinha treze anos, perguntei ao meu irmão, que na altura aqui trabalhava, o que se fazia na marcenaria. A resposta foi curta: móveis." Este episódio, em 1964, serve para mestre Vítor Castro mostrar a sua total ignorância sobre a profissão. "Mas rapidamente ganhei o gosto por esta arte", explica, adiantando que um dos grandes "culpados" por essa sua rápida evolução foi o seu mestre, Orlando Caetano. "Acho que o mestre me adoptou como filho, que ele não tinha", diz, com a deferência de discípulo e a saudade por quem já partiu.

 

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